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A Praça marca a vida e a história de Famalicão!

27 de abril de 2021
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Sessenta e nove anos depois da “festiva e apoteótica” inauguração do Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão, o edifício histórico da cidade reabriu as portas este domingo, 25 de abril, totalmente remodelado e modernizado, inaugurando um novo conceito de “Praça”, com excelentes condições para quem vende e quem compra, mas também para o turista que a visita.

 

Tal como há quase sete décadas, e mesmo em contexto de pandemia, os famalicenses “abraçaram” a sua Praça, unindo-se num forte sentimento coletivo de orgulho e identidade comum, bem visível no número de visualizações alcançadas – cerca de 30 mil – durante a transmissão em direto no Facebook do município da cerimónia de reabertura do equipamento. Com um número muito limitado de presenças físicas no espaço, devido à Covid 19, foi através das redes sociais que os famalicenses manifestaram a sua satisfação e regozijo, acompanhado a transmissão, reagindo e comentando.

 

E foi precisamente para os famalicenses que marcaram presença virtual na reabertura da Praça – Mercado Municipal de Famalicão, que o presidente da Câmara, Paulo Cunha, se dirigiu em primeiro lugar, agradecendo a sua presença à distância.

 

Para o autarca, “esta Praça é claramente um dos projetos que marca a vida e a história de Famalicão. Marca pela mais-valia que representa, por ser uma verdadeira ferramenta ao serviço de Famalicão e símbolo da força e da energia dos famalicenses”.

 

Estas obras de remodelação são, por isso, “um sinal inequívoco de modernidade, de atualidade, de conforto e de dignidade, mas também de respeito pela memória, pela identidade e pela tradição”, sublinhou o presidente, salientando que “este mercado respeitou a origem, o percurso e a identidade do antigo, sendo esse o grande lema e traço que esteve presente na conceção e na execução do projeto”.

 

O município “não está cá para fazer o novo, destruindo o antigo, não está cá a construir o futuro, esquecendo o passado, está cá para trazer modernidade, respeitando a história, para fazer futuro, respeitando o passado”, garantiu Paulo Cunha.

 

O autarca destacou ainda a presença de várias gerações de pessoas no novo mercado. “Todos podem coabitar no mesmo espaço e criar algo novo”, desafiou o autarca, realçando que o mercado tem espaço para todos e tem como objetivo “agradar às múltiplas gerações”.

 

Paulo Cunha aproveitou a oportunidade para defender mais uma vez  “a cadeia curta de comercialização e a necessidade de aproximar quem compra de quem vende, dando condições para quem vende ser quem produz, de modo a que quem compra saiba onde o produto é produzido”. Nesse sentido, o mercado representa “um ganho de qualidade, de identidade, de genuinidade e de múltiplas condições”.

 

Assim, o mercado “terá todas as condições para que os famalicenses possam construir um novo patamar ".

Não escondendo a “satisfação e alegria” por ter dado “um contributo” para aqui chegar, Paulo Cunha assumiu “este é o mercado que os famalicenses quiseram ter, se esforçaram para ter e merecem ter”.

 

Entre a limitada comitiva que acompanhou o presidente da Câmara Municipal, estava o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) António Cunha, que se mostrou “muito impressionado com o trabalho de arquitetura conseguido no mercado de Famalicão”.

 

A Praça - Mercado Municipal de Famalicão renasceu assim mais moderna, mais atrativa, mais funcional, potenciadora de novas experiências e vivências culturais e urbanas, assentes num estilo de vida mais saudável e com mais qualidade, num cruzamento harmónico entre a tradição, modernidade e inovação.

 

A zona de restauração, com esplanada coberta e ao ar livre tem sete restaurantes. O lugar dos frescos destinada a talhos, peixarias, frutaria e flores está equipado com  3 peixarias, 1 talho, 6 bancas de frutas e legumes, 2 floristas e ainda 2 espaços de queijaria/charcutaria.

 

O Mercado dos Lavradores, que é reservado à venda direta e ocasional de produtos agrícolas, agroalimentares e pecuários por parte dos produtores locais, terá a presença rotativa de perto de quatro dezenas de comerciantes. Nas lojas de rua existem mais de uma dezena de negócios variados, como arranjos de vestuário; retrosaria; drogaria; barbearia; ourivesaria; lavandaria; padaria, restaurante e café snack-bar. Um espaço de cozinha experimental para promoção de workshops, degustações, showcooking e espaços ajardinados para descontrair e respirar, completam as áreas nobres deste verdadeiro espaço cívico famalicense.

 

Com um custo total de quatro milhões de euros, a intervenção contou com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, que garantiram um cofinanciamento FEDER de 3,1 milhões de euros.

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